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Presidente do PPL de São Paulo: Petrobrás no pré-sal inaugurará nova era
para nosso povo
O
presidente da comissão regional provisória do Partido Pátria Livre (PPL)
em São Paulo, Miguel Manso, afirmou que a agremiação vai aproveitar a
mobilização dos seus militantes na coleta das assinaturas necessárias
para a obtenção do registro da sigla no Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
para desenvolver uma campanha em defesa do controle nacional das
reservas petrolíferas descobertas na camada pré-sal.
“É
fundamental definir qual será a estratégia que teremos para lidar com
esta nova riqueza. Qual vai ser a política que nós brasileiros vamos
adotar, diante da perspectiva de construção de uma nova era para o nosso
país. É uma luta que nosso partido tem que abraçar, em todas as suas
atividades”, ressaltou Miguel Manso, que também é secretário nacional de
Organização do PPL.
O
dirigente do PPL assinalou que a descoberta das reservas do pré-sal
podem colocar o país “em um outro patamar na produção de petróleo e na
consolidação da sua soberania econômica”. “Se o Brasil souber, se
construirmos as condições políticas e econômicas para assumir o controle
desta riqueza e colocá-la a serviço do nosso desenvolvimento será o
início de uma nova era para o nosso povo”, disse, ressaltando que a
experiência tecnológica da Petrobrás a capacita unicamente para explorar
o pré-sal.
O
diretório regional do PPL reuniu, na tarde do último sábado, cerca de 80
lideranças políticas, empresários, dirigentes sindicais, do movimento
estudantil, de associações de moradores e femininas de 18 municípios da
Grande São Paulo e do interior, para fazer uma avaliação dos passos
iniciais do processo de organização do partido no Estado.
Lindolfo Santos, tesoureiro da executiva nacional da Central Geral dos
Trabalhadores do Brasil (CGTB), coordenou o evento e destacou o
compromisso do PPL de reafirmar o projeto nacional-desenvolvimentista
como base para alcançar a soberania econômica do Brasil. “Nosso programa
expressa claramente que esse é o caminho que levará nosso país à
emancipação e à construção de uma pátria livre”, destacou.
Na
Mesa, além do presidente da comissão regional provisória, estavam o
médico Jorge Venâncio, representante da CGTB no Conselho Nacional de
Saúde; Emerson Leal, vice-prefeito de São Carlos; Lídia Correa,
presidente da Federação das Mulheres Paulistas e vereadora por três
mandatos na capital; Mauro Bianco, diretor do Orçamento Participativo da
prefeitura de Araraquara; Rosanita Campos, diretora do Instituto Cláudio
Campos; Rosalino de Barros, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de
São Carlos; e Paulo Sabóia, presidente da CGTB/SP e diretor do Sindpd.
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